22 de fev. de 2010
Confira como ficou a classificação do Paranaense
O Campeonato Paranaense apresentou duas zebras na rodada deste final de semana, que foram a vitória do Paraná sobre o Coritiba, por 1x0 e o empate do Atlético contra o Nacional, por 1x1, no norte do estado. Na classificação pouco mudou. Confira:
Joinville levou a taça do 1º turno do Catarinense
Por: Osmar Rebolo Junior
Enquanto Curitiba vivenciou um domingo sem futebol, com o Atlético dando vexame no interior do estado, diante do Nacional, no 1x1, e o Coritiba perdendo o clássico para o Paraná Clube, por 1x0, em Paranaguá, aliás, na partida que recebeu pouco mais de 2.500 torcedores, o Jornal Balançando a Rede acompanhou a decisão do 1º turno do Campeonato Catarinense, entre Joinville Esporte Clube (JEC) e Avaí, na bonita Joinville, que teve o time da casa como campeão.
Joinville é a maior cidade catarinense, com mais de 400 mil habitantes, e também o município mais rico do estado, o que politicamente e socialmente já gera uma grande rivalidade com os times da capital Florianópolis.
O jogo foi realizado na Arena de Joinville, que feita em 2004 pelo engenheiro curitibano Enio Fórnea, que também foi responsável pela construção da Baixada, em 1999.
Vale ressaltar, que a média de público do campeonato catarinense sempre foi maior do que a do paranaense, pois mesmo com a influência de outros times do Brasil no estado, os torcedores das cidades participantes do Catarinense, costumam apoiar o time da sua cidade, o que não acontece no nosso interior.
Ao todo, o público pagante foi de treze mil pessoas, levando em conta que sócios torcedores não pagam a entrada, por isso, acredita-se que os 22 mil lugares do estádio foram todos ocupados.
Tem que se destacar, que a torcida do Joinville é a mais fanática e maior torcida de Santa Catarina.
A agitação da torcida em torno do jogo começou um dia antes, com uma carreata de torcedores pela cidade. No domingo da manhã, teve uma fila gigante no estádio para comprar os ingressos restantes, e duas horas antes do jogo, a torcida já se concentrava em frente à Arena. Como só existe um acesso para o estádio, muitos torcedores do Avaí e também o ônibus com a delegação da capital, tiveram que passar pelo meio da galera joinvillense, mas além dos xingamentos, não aconteceu nenhum incidente, já que a PM local estava em grande número. As únicas ocorrências foram a de um torcedor do Avaí, que apanhou de alguns torcedores do Joinville em uma rua próxima ao estádio, e dentro dele, um torcedor de cada time foi retirado por policiais, por estarem “encrencando” nas arquibancadas.
Em campo, figuras carimbadas do futebol paranaense, como o atacante William e o treinador Sérgio Ramirez (ambos, ex Atlético) e Tesser (ex coxa), do lado do JEC, e Caio, pelo lado avaiano.
O Joinville jogava pelo empate para ficar com a taça, por ter feito a melhor campanha do turno, o que animou ainda mais a torcida, que espera um título desde 2001.
A partida começou com o Joinville pressionando, mas sem ter um atacante habilidoso, já que o destaque Lima, marca muitos gols, mais no oportunismo do que na qualidade com a bola no pé. Na primeira etapa, foram três chances claras de gol para o JEC, enquanto que o Avaí chegou uma vez, mas o goleiro Fabiano fez grande defesa.
Já na etapa final, o JEC sumiu em campo, e o Avaí dominou toda a etapa, e com certa facilidade saiu na frente com Patrick, aos 14 minutos.
Enquanto a torcida joinvillense estava impaciente na arquibancada, o JEC não se achava em campo e sofria pressão do Avaí.
Porém, quando muitos torcedores já tinham deixado o estádio, isso aos 48 minutos, o Joinville conseguiu chegar com perigo pela segunda vez em toda a 2ª etapa, mas desta vez, conseguiu o gol, após um grande bate rebate na área, Ricardinho acertou um chute, em que a bola desviou na zaga, enganando o goleiro avaiano, e entrou “chorada” no gol.
A Arena quase veio abaixo com o gol de Ricardinho, e com apito final, um minuto depois, a festa foi gigantesca no estádio, e também em toda a cidade, com direito a carreata dos torcedores pelas principais ruas.
Com o resultado, o Joinville se garante na semifinal da competição, mas mesmo que vença o returno não será o campeão direto. Pois em SC, o Quadrangular Semifinal reúne os vencedores dos turnos e mais dois times por indice técnico.
“Puxação de saco” de paulistas e cariocas
Entre as inúmeras curiosidades da decisão catarinense, o que chamou a atenção foi à enorme quantidade de torcedores que foram a Arena, com camisas de times de outros estados do País. Aqui em Curitiba estamos acostumados a ver pessoas com camisas de times paulistas e cariocas andando nas ruas, mas ainda bem que pelo nos estádios, a torcida é exemplar e só veste camisas do trio de ferro – e no máximo das chamadas “torcidas aliadas”, ou ainda da Seleção Brasileira.
Como Curitiba é próxima de Joinville, e muita gente vai passar o final de semana na terra do “JEC”, alguns torcedores foram vistos com a camisa do Coxa do lado avaiano, além de um torcedor com a camisa do Atlético, e sua namorada, que estava a “paisana”, mas torce para o Paraná Clube. Grêmio e Inter também tinham seus “representantes” na partida, mas também em pequeno número.
Entretanto, foram vistos inúmeros torcedores com camisas de Santos, São Paulo, Palmeiras, Corinthians, Fluminense, Vasco, Botafogo e Flamengo. Inclusive, foi muito comum observar vários torcedores mais preocupados com o resultado dos campeonatos de SP e RJ, do que com a decisão catarinense.
O inacreditável, para não dizer vergonhoso, foi logo após o término do jogo, pois como é de praxe, a galera invadiu o gramado para comemorar com o time. Mas um jovem deu a volta em campo comemorando com uma bandeira na mão, só que era uma bandeira do Vasco da Gama!!!
Mas, pelo menos, os torcedores de verdade do Joinville, se mostraram muito fanáticos e empurram o time durante os noventa minutos.
Enquanto Curitiba vivenciou um domingo sem futebol, com o Atlético dando vexame no interior do estado, diante do Nacional, no 1x1, e o Coritiba perdendo o clássico para o Paraná Clube, por 1x0, em Paranaguá, aliás, na partida que recebeu pouco mais de 2.500 torcedores, o Jornal Balançando a Rede acompanhou a decisão do 1º turno do Campeonato Catarinense, entre Joinville Esporte Clube (JEC) e Avaí, na bonita Joinville, que teve o time da casa como campeão.
Joinville é a maior cidade catarinense, com mais de 400 mil habitantes, e também o município mais rico do estado, o que politicamente e socialmente já gera uma grande rivalidade com os times da capital Florianópolis.
O jogo foi realizado na Arena de Joinville, que feita em 2004 pelo engenheiro curitibano Enio Fórnea, que também foi responsável pela construção da Baixada, em 1999.
Vale ressaltar, que a média de público do campeonato catarinense sempre foi maior do que a do paranaense, pois mesmo com a influência de outros times do Brasil no estado, os torcedores das cidades participantes do Catarinense, costumam apoiar o time da sua cidade, o que não acontece no nosso interior.
Ao todo, o público pagante foi de treze mil pessoas, levando em conta que sócios torcedores não pagam a entrada, por isso, acredita-se que os 22 mil lugares do estádio foram todos ocupados.
Tem que se destacar, que a torcida do Joinville é a mais fanática e maior torcida de Santa Catarina.
A agitação da torcida em torno do jogo começou um dia antes, com uma carreata de torcedores pela cidade. No domingo da manhã, teve uma fila gigante no estádio para comprar os ingressos restantes, e duas horas antes do jogo, a torcida já se concentrava em frente à Arena. Como só existe um acesso para o estádio, muitos torcedores do Avaí e também o ônibus com a delegação da capital, tiveram que passar pelo meio da galera joinvillense, mas além dos xingamentos, não aconteceu nenhum incidente, já que a PM local estava em grande número. As únicas ocorrências foram a de um torcedor do Avaí, que apanhou de alguns torcedores do Joinville em uma rua próxima ao estádio, e dentro dele, um torcedor de cada time foi retirado por policiais, por estarem “encrencando” nas arquibancadas.
Em campo, figuras carimbadas do futebol paranaense, como o atacante William e o treinador Sérgio Ramirez (ambos, ex Atlético) e Tesser (ex coxa), do lado do JEC, e Caio, pelo lado avaiano.
O Joinville jogava pelo empate para ficar com a taça, por ter feito a melhor campanha do turno, o que animou ainda mais a torcida, que espera um título desde 2001.
A partida começou com o Joinville pressionando, mas sem ter um atacante habilidoso, já que o destaque Lima, marca muitos gols, mais no oportunismo do que na qualidade com a bola no pé. Na primeira etapa, foram três chances claras de gol para o JEC, enquanto que o Avaí chegou uma vez, mas o goleiro Fabiano fez grande defesa.
Já na etapa final, o JEC sumiu em campo, e o Avaí dominou toda a etapa, e com certa facilidade saiu na frente com Patrick, aos 14 minutos.
Enquanto a torcida joinvillense estava impaciente na arquibancada, o JEC não se achava em campo e sofria pressão do Avaí.
Porém, quando muitos torcedores já tinham deixado o estádio, isso aos 48 minutos, o Joinville conseguiu chegar com perigo pela segunda vez em toda a 2ª etapa, mas desta vez, conseguiu o gol, após um grande bate rebate na área, Ricardinho acertou um chute, em que a bola desviou na zaga, enganando o goleiro avaiano, e entrou “chorada” no gol.
A Arena quase veio abaixo com o gol de Ricardinho, e com apito final, um minuto depois, a festa foi gigantesca no estádio, e também em toda a cidade, com direito a carreata dos torcedores pelas principais ruas.
Com o resultado, o Joinville se garante na semifinal da competição, mas mesmo que vença o returno não será o campeão direto. Pois em SC, o Quadrangular Semifinal reúne os vencedores dos turnos e mais dois times por indice técnico.
“Puxação de saco” de paulistas e cariocas
Entre as inúmeras curiosidades da decisão catarinense, o que chamou a atenção foi à enorme quantidade de torcedores que foram a Arena, com camisas de times de outros estados do País. Aqui em Curitiba estamos acostumados a ver pessoas com camisas de times paulistas e cariocas andando nas ruas, mas ainda bem que pelo nos estádios, a torcida é exemplar e só veste camisas do trio de ferro – e no máximo das chamadas “torcidas aliadas”, ou ainda da Seleção Brasileira.
Como Curitiba é próxima de Joinville, e muita gente vai passar o final de semana na terra do “JEC”, alguns torcedores foram vistos com a camisa do Coxa do lado avaiano, além de um torcedor com a camisa do Atlético, e sua namorada, que estava a “paisana”, mas torce para o Paraná Clube. Grêmio e Inter também tinham seus “representantes” na partida, mas também em pequeno número.
Entretanto, foram vistos inúmeros torcedores com camisas de Santos, São Paulo, Palmeiras, Corinthians, Fluminense, Vasco, Botafogo e Flamengo. Inclusive, foi muito comum observar vários torcedores mais preocupados com o resultado dos campeonatos de SP e RJ, do que com a decisão catarinense.
O inacreditável, para não dizer vergonhoso, foi logo após o término do jogo, pois como é de praxe, a galera invadiu o gramado para comemorar com o time. Mas um jovem deu a volta em campo comemorando com uma bandeira na mão, só que era uma bandeira do Vasco da Gama!!!
Mas, pelo menos, os torcedores de verdade do Joinville, se mostraram muito fanáticos e empurram o time durante os noventa minutos.
18 de fev. de 2010
Atlético não precisou fazer força para vencer por 3x0
Com dois gols de Tartá e outro de Alan Bahia, Furacão passou fácil pelo lanterna Engenheiro Beltrão
Por: Osmar Rebolo Junior
O Atlético diminuiu a diferença para o Coritiba, na classificação da 1ª fase do Campeonato Paranaense, com a vitória de 3x0 sobre o praticamente rebaixado Engenheiro Beltrão, em partida que aconteceu debaixo de muita chuva na Baixada, que mesmo assim recebeu um público de dez mil torcedores. Tartá (2 vezes) e Alan Bahia fizeram os tentos atleticanos.
Vitória veio na 2ª etapa
O Atlético não precisou suar a camisa para passar com muita tranqüilidade pelo fraco Engenheiro Beltrão, por 3x0, em jogo disputado hoje na Baixada, em Curitiba. Com o resultado, o Furacão alcançou os dezessete pontos na 2ª colocação do Campeonato Paranaense, ficando cinco pontos atrás do líder Coritiba.
No próximo domingo, o Atlético enfrenta o Nacional, em Rolândia, às 15h05, enquanto que o virtual rebaixado, Engenheiro Beltrão tenta ainda ganhar vida na competição, diante do Rio Branco, também no domingo e no mesmo horário, no interior do estado.
Na partida de hoje, o Atlético parecia que estava “dormindo” no tempo inicial, tanto que a única grande chance de gol nesta etapa foi com Wallyson, em um chute de fora da área, no qual o goleiro Herbert espalmou a bola, que na sequencia, ainda bateu na trave.
Somente no 2º tempo é que as coisas melhoraram para o Furacão. Com o campo encharcado, o time arriscou em chutes de fora da área, levando perigo ao arqueiro rival.
O primeiro gol atleticano saiu aos 05”, após Walysson lançar Serna, que tocou para Tartá abrir o placar.
Alguns minutos depois veio o segundo gol, com Alan Bahia, aos 12”, aproveitando de cabeça um escanteio cobrado por Netinho.
Jogando bem nesta etapa, o placar de 3x0 não demorou a ser construído. Aos 18”, após passe de Márcio Azevedo, Tartá acertou um chute de fora da área, fazendo um bonito gol.
Depois disso, o Furacão chegou com perigo em outras três oportunidades, mas o gol não saiu. Mas nem precisou, pois o 3x0 fez a torcida esquecer da forte chuva, e fazer uma bonita festa, com direito até ao “olé” para o time.
Ficha técnica
Atlético 3x0 Engenheiro Beltrão
Local: Baixada
Arbitragem: Edivaldo Elias da Silva, auxiliado por Luciano Roggenbaum e André Luiz Severo
Renda: R$ 104.195,00
Publico: 10.347 torcedores
Cartões amarelos: Marcelo, Luiz, Thiago Silva (Engenheiro) e Tartá (Atlético)
Expulsões: Luiz (Engenheiro Beltrão)
Gols: Todos no tempo final - Tartá, aos 5” e aos 18” e Alan Bahia, aos 12”
Atlético: Neto; Gerônimo Manoel, Rhodolfo e Márcio Azevedo (Heracles); Chico, Alan Bahia (Deivid), Netinho e Tartá (Guilherme); Bruno Mineiro (Wallyson) e Serna. Técnico: Antônio Lopes.
Classificação

Fotos da partida:
Por: Osmar Rebolo Junior
O Atlético diminuiu a diferença para o Coritiba, na classificação da 1ª fase do Campeonato Paranaense, com a vitória de 3x0 sobre o praticamente rebaixado Engenheiro Beltrão, em partida que aconteceu debaixo de muita chuva na Baixada, que mesmo assim recebeu um público de dez mil torcedores. Tartá (2 vezes) e Alan Bahia fizeram os tentos atleticanos.
Vitória veio na 2ª etapa
O Atlético não precisou suar a camisa para passar com muita tranqüilidade pelo fraco Engenheiro Beltrão, por 3x0, em jogo disputado hoje na Baixada, em Curitiba. Com o resultado, o Furacão alcançou os dezessete pontos na 2ª colocação do Campeonato Paranaense, ficando cinco pontos atrás do líder Coritiba.
No próximo domingo, o Atlético enfrenta o Nacional, em Rolândia, às 15h05, enquanto que o virtual rebaixado, Engenheiro Beltrão tenta ainda ganhar vida na competição, diante do Rio Branco, também no domingo e no mesmo horário, no interior do estado.
Na partida de hoje, o Atlético parecia que estava “dormindo” no tempo inicial, tanto que a única grande chance de gol nesta etapa foi com Wallyson, em um chute de fora da área, no qual o goleiro Herbert espalmou a bola, que na sequencia, ainda bateu na trave.
Somente no 2º tempo é que as coisas melhoraram para o Furacão. Com o campo encharcado, o time arriscou em chutes de fora da área, levando perigo ao arqueiro rival.
O primeiro gol atleticano saiu aos 05”, após Walysson lançar Serna, que tocou para Tartá abrir o placar.
Alguns minutos depois veio o segundo gol, com Alan Bahia, aos 12”, aproveitando de cabeça um escanteio cobrado por Netinho.
Jogando bem nesta etapa, o placar de 3x0 não demorou a ser construído. Aos 18”, após passe de Márcio Azevedo, Tartá acertou um chute de fora da área, fazendo um bonito gol.
Depois disso, o Furacão chegou com perigo em outras três oportunidades, mas o gol não saiu. Mas nem precisou, pois o 3x0 fez a torcida esquecer da forte chuva, e fazer uma bonita festa, com direito até ao “olé” para o time.
Ficha técnica
Atlético 3x0 Engenheiro Beltrão
Local: Baixada
Arbitragem: Edivaldo Elias da Silva, auxiliado por Luciano Roggenbaum e André Luiz Severo
Renda: R$ 104.195,00
Publico: 10.347 torcedores
Cartões amarelos: Marcelo, Luiz, Thiago Silva (Engenheiro) e Tartá (Atlético)
Expulsões: Luiz (Engenheiro Beltrão)
Gols: Todos no tempo final - Tartá, aos 5” e aos 18” e Alan Bahia, aos 12”
Atlético: Neto; Gerônimo Manoel, Rhodolfo e Márcio Azevedo (Heracles); Chico, Alan Bahia (Deivid), Netinho e Tartá (Guilherme); Bruno Mineiro (Wallyson) e Serna. Técnico: Antônio Lopes.
Classificação

Fotos da partida:
17 de fev. de 2010
Tricolor segue seu calvário no Paranaense
Equipe não vence a quatro jogos e diante do Operário, por pouco não saiu derrotado da Vila Capanema
Por: Osmar Rebolo Junior
A situação técnica e financeira do Paraná Clube está levando o clube para o fundo do poço a cada partida, pois com um dos times mais fracos de sua história e as arquibancadas da Vila Capanema completamente vazias, o tricolor só vem acumulando fracassos como o de hoje diante do Operário, de Ponta Grossa.
O placar de 1x1 foi de certa maneira, um alivio para o Paraná, que saiu na frente no tempo inicial, com Pará, mas na 2ª etapa, Clênio igualou o placar. Cada time teve ainda um pênalti perdido no 1º tempo.
O reflexo da crise tricolor foi mostrado pelo presidente Aquilino Romani, que disse estar muito insatisfeito com o elenco e o treinador, mas não mandou embora nenhum atleta e nem o técnico (no caso de Marcelo Oliveira, pode ser demitido ainda neste quinta feira), porque o time não teria como pagar as rescisões de contratos e trazer novos jogadores.
Confira as fotos da partida
Por: Osmar Rebolo Junior
A situação técnica e financeira do Paraná Clube está levando o clube para o fundo do poço a cada partida, pois com um dos times mais fracos de sua história e as arquibancadas da Vila Capanema completamente vazias, o tricolor só vem acumulando fracassos como o de hoje diante do Operário, de Ponta Grossa.
O placar de 1x1 foi de certa maneira, um alivio para o Paraná, que saiu na frente no tempo inicial, com Pará, mas na 2ª etapa, Clênio igualou o placar. Cada time teve ainda um pênalti perdido no 1º tempo.
O reflexo da crise tricolor foi mostrado pelo presidente Aquilino Romani, que disse estar muito insatisfeito com o elenco e o treinador, mas não mandou embora nenhum atleta e nem o técnico (no caso de Marcelo Oliveira, pode ser demitido ainda neste quinta feira), porque o time não teria como pagar as rescisões de contratos e trazer novos jogadores.
Confira as fotos da partida
14 de fev. de 2010
Paraná empata em casa e torcida perde a paciência
Tricolor não saiu do zero contra o Iraty e público de pouco mais de mil pagantes saiu do estádio reclamando muito
Por: Renato Becker
Sábado de carnaval, curitibano em ritmo de descanso e a capital paranaense praticamente vazia. Neste contexto, cerca de mil e trezentos paranistas foram até a Vila Capanema para acompanhar o duelo adiado da 4º rodada do Campeonato Paranaense entre Paraná e Iraty. Mas, o empate sem gols entre as duas equipes transformou o feriado paranista em aborrecimento com a equipe. Contra um adversário disciplinado em campo, o Paraná não apresentou um bom futebol e o resultado deixa o time treinado por Marcelo Oliveira em 9º lugar com apenas nove pontos conquistados.
No primeiro tempo, os donos da casa começaram tocando a bola sem muita objetividade e logo se viu que a paciência do torcedor estava curta com o time. Vaias e reclamações começaram a ecoar das arquibancadas a cada passe errado. Aproveitando-se da instabilidade tricolor, o Iraty começou a ameaçar. Pelo menos por duas vezes, os visitantes tiveram a oportunidade de abrir o marcador ainda na primeira etapa. Em uma delas, aos 25´, Ceará driblou Juninho e bateu para o gol vazio. A bola acabou perdendo direção e foi embora pela linha de fundo.
Com pouca criatividade ofensiva, o Paraná Clube tentava na base da vontade oferecer perigo ao gol defendido por Walter. A melhor oportunidade Tricolor aconteceu apenas no fim da etapa inicial. Em um bate-rebate na grande área a bola sobrou limpa para Marcio Diogo, mas o atacante paranista chutou mascado e para fora, perdendo a grande chance de abrir o marcador.
Segundo tempo de domínio Tricolor
Ainda no primeiro tempo, o lateral esquerdo Guaru saiu do jogo com suspeita de torção no joelho. Em seu lugar entrou Vinicius. Melhor postado em campo para o segundo tempo e mais objetivo, os donos da casa partiram em busca da vitória desde o primeiro minuto. Porém, erros de finalização decretaram mais um fracasso paranista.
Aos 9´´, Marcio Diogo chutou para belíssima defesa do goleiro visitante. A partir de então o que se viu foi um jogo de ataque contra defesa. Pressionando, o Tricolor tentava o gol da vitória de todas as formas: arriscando de fora da área, em cobranças de falta, com bolas alçadas na área e trocando passes em busca da melhor hora para finalizar.
As melhores chances aconteceram com Marcelo Toscano, aos 38´´, que entrou livre, mas não alcançou a bola, e com Pará, que carimbou a trave esquerda do gol adversário. Com o apito final do árbitro, o que se ouviu foram vaias e gritos de protesto contra o atual momento Tricolor. Zero a zero que deixa o Paraná em situação complicada no Paranaense. Na próxima rodada o time da capital recebe o Operário Ferroviário, também na Vila Capanema, e o Iraty encara o desafio regional contra o Serrano, de Prudentópolis, no estádio Emílio Gomes, em Irati.
Ficha Técnica
Paraná Clube 0x0 Iraty
Estádio Durival de Britto e Silva (Vila Capanema)
Arbitragem: Adriano Milczvski, auxiliado por Arestides Pereira da Silva Jr e Guilherme Roggenbaum
Paraná Clube - Juninho, Diego Correia, Luís Henrique, Chicão; Murilo, Edimar (Elvis), João Paulo, Pará, Guaru (Vinícius); Márcio Diogo (Wellington Silva) e Marcelo Toscano. Técnico: Marcelo Oliveira
Iraty - Walter, Fabricio (Wellington), René, Gilvan; Airton, Bruno, Mauro (Eduardo), Ceará, Marquinhos; Arthur (Tavares) e Heydson. Técnico: Gilberto Pereira.
Fotos: Renato Becker
Por: Renato Becker
Sábado de carnaval, curitibano em ritmo de descanso e a capital paranaense praticamente vazia. Neste contexto, cerca de mil e trezentos paranistas foram até a Vila Capanema para acompanhar o duelo adiado da 4º rodada do Campeonato Paranaense entre Paraná e Iraty. Mas, o empate sem gols entre as duas equipes transformou o feriado paranista em aborrecimento com a equipe. Contra um adversário disciplinado em campo, o Paraná não apresentou um bom futebol e o resultado deixa o time treinado por Marcelo Oliveira em 9º lugar com apenas nove pontos conquistados.
No primeiro tempo, os donos da casa começaram tocando a bola sem muita objetividade e logo se viu que a paciência do torcedor estava curta com o time. Vaias e reclamações começaram a ecoar das arquibancadas a cada passe errado. Aproveitando-se da instabilidade tricolor, o Iraty começou a ameaçar. Pelo menos por duas vezes, os visitantes tiveram a oportunidade de abrir o marcador ainda na primeira etapa. Em uma delas, aos 25´, Ceará driblou Juninho e bateu para o gol vazio. A bola acabou perdendo direção e foi embora pela linha de fundo.
Com pouca criatividade ofensiva, o Paraná Clube tentava na base da vontade oferecer perigo ao gol defendido por Walter. A melhor oportunidade Tricolor aconteceu apenas no fim da etapa inicial. Em um bate-rebate na grande área a bola sobrou limpa para Marcio Diogo, mas o atacante paranista chutou mascado e para fora, perdendo a grande chance de abrir o marcador.
Segundo tempo de domínio Tricolor
Ainda no primeiro tempo, o lateral esquerdo Guaru saiu do jogo com suspeita de torção no joelho. Em seu lugar entrou Vinicius. Melhor postado em campo para o segundo tempo e mais objetivo, os donos da casa partiram em busca da vitória desde o primeiro minuto. Porém, erros de finalização decretaram mais um fracasso paranista.
Aos 9´´, Marcio Diogo chutou para belíssima defesa do goleiro visitante. A partir de então o que se viu foi um jogo de ataque contra defesa. Pressionando, o Tricolor tentava o gol da vitória de todas as formas: arriscando de fora da área, em cobranças de falta, com bolas alçadas na área e trocando passes em busca da melhor hora para finalizar.
As melhores chances aconteceram com Marcelo Toscano, aos 38´´, que entrou livre, mas não alcançou a bola, e com Pará, que carimbou a trave esquerda do gol adversário. Com o apito final do árbitro, o que se ouviu foram vaias e gritos de protesto contra o atual momento Tricolor. Zero a zero que deixa o Paraná em situação complicada no Paranaense. Na próxima rodada o time da capital recebe o Operário Ferroviário, também na Vila Capanema, e o Iraty encara o desafio regional contra o Serrano, de Prudentópolis, no estádio Emílio Gomes, em Irati.
Ficha Técnica
Paraná Clube 0x0 Iraty
Estádio Durival de Britto e Silva (Vila Capanema)
Arbitragem: Adriano Milczvski, auxiliado por Arestides Pereira da Silva Jr e Guilherme Roggenbaum
Paraná Clube - Juninho, Diego Correia, Luís Henrique, Chicão; Murilo, Edimar (Elvis), João Paulo, Pará, Guaru (Vinícius); Márcio Diogo (Wellington Silva) e Marcelo Toscano. Técnico: Marcelo Oliveira
Iraty - Walter, Fabricio (Wellington), René, Gilvan; Airton, Bruno, Mauro (Eduardo), Ceará, Marquinhos; Arthur (Tavares) e Heydson. Técnico: Gilberto Pereira.
Fotos: Renato Becker
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