Equipe também terminou a competição invicta
Por: Osmar Rebolo Junior
Terminou no domingo a I Copa Pinhais, categoria de adultos, que teve o Inter levando a taça de campeão ao vencer o Pinheiros, por 5x0, no estádio do Arizona. A equipe azul e preta venceu nove dos doze jogos disputados e não sofreu nenhuma derrota, além de ter o melhor ataque e a melhor defesa.
Goleada e titulo invicto
Depois de cinco meses de competição, chegou ao final da I Copa Pinhais, da categoria adulta, com o Inter levando a taça de campeão com uma sonora goleada no Pinheiros, por 5x0, em partida realizada no estádio do Arizona, que recebeu um grande público.
Os gols da partida foram anotadas por Marcelinho (2), Adriano, Alex Pinhais e Geraldinho.
O time campeão formou com André; Buiu, Marabá, Negão e Celsinho, Zélio e Claudinho, Marcinho e Alex Pinhais, William e Rodrigo. Ainda: Geraldinho, Marcinho, Ceará, Adriano, Rodrigo, Marcelinho, Fabinho e Luck. Técnico: Ademar, auxiliado por Álvaro, massagista Mário e presidente Milton.
Pinheiros: Jefferson; Pedrinho, Glaciano, Murilo e Paulinho, Lela e Valtinho Pedalada, Cezinha e Celsinho, William e Alan. Ainda: Tiago, Nego, Gil, Vanderson, Jefferson, Paulo, Bodão e Julinho. Diego também participou da campanha. Técnico: Arildo e presidente Eduardo.
Na preliminar, o Garotos Unidos venceu o XV de Pinhais, de virada por 3x2, com gols de Tiago (2) e Bill, descontando Itamar e Luiz.
Garotos Unidos: Maikon; Leandro, Mi, Paraguai e Marcinho, Bill e Nenê, Cléber e Rafa, Tiago e Rodrigo. Técnico: Beto, auxiliado por Édio. XV de Pinhais: Fabiano; Maurício, Nezinho, Xumbinho e Eber, Costela e Luis, Diogo e Felipe, Celinho e Newton. Técnico: Gordella, auxiliado por Leomar e Wanderley
Estatísticas da competição
Cartões amarelos: 337
Cartões vermelhos: 49
Gols: 291
Média de gols por rodada: 18,1
Rodadas: 16
Artilheiro: Fábio Silva (Áquila, com 13 gols)
Goleiro menos vazado: André (Inter)
Equipe mais disciplinada: Garotos Unidos
Total de equipes: 14 clubes
Incentivo ao esporte
Ao final da entrega de troféus, o prefeito Luiz Goularte, o “professor Luizão”, frisou que é a primeira vez na história no futebol de Pinhais, que a prefeitura apoiou totalmente uma competição. Tanto na categoria de adulto, como na já encerrada disputa de Master, os times só tiveram o trabalho de colocar bons jogadores em campo, pois a Administração Municipal custeou as inscrições dos times, as taxas de arbitragem e também as premiações. “Isto mostra a responsabilidade que temos com o cidadão, e no caso do esporte, o estímulo social e de saúde para a população”, disse. Nenhuma prefeitura ou Liga de futebol da região metropolitana de Curitiba dá este tipo de apoio para seus clubes.
Fotos do primeiro tempo (Osmar Rebolo Junior)
Fotos do segundo tempo e premiação (Dirceu Maschio) EM BREVE!!!
7 de dez. de 2009
O dia mais vergonhoso da história do futebol paranaense
Bandidos com a camisa do Coritiba foram responsáveis pelas cenas mais nojentas já vista nos campos de futebol do Paraná
Por: Osmar Rebolo Junior
Curitiba, estádio Couto Pereira, dia 06 de dezembro de 2009, última rodada do Campeonato Brasileiro. A capital paranaense, uma das melhores cidades do Brasil, foi comparada ontem a guerra civil que ocorre no Rio de Janeiro, mas no lugar de morros, a violência explicita aconteceu dentro de um único local (mas depois acabou se espalhando pelas ruas da cidade), que sempre foi palco para diversão familiar e muitas histórias emocionantes da paixão brasileira, o futebol.
Mas após a derrocada do Coritiba para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro em 2010, algumas centenas de bandidos infiltrados entre os torcedores de verdade, mostraram ser torcida de 5ª categoria, ou futebolisticamente falando, de 4ª divisão. Eles marginais destruíram bastante o estádio Couto Pereira, agrediram policiais, jogadores, jornalistas e qualquer pessoa que aparecesse na frente. Nas ruas, ônibus, terminais, carros, muitos foram os prejuízos causados por estes vagabundos.
Tragédia anunciada
Durante a semana que antecedia a partida, a decisão da incompetente diretoria coxa branca de vender ingressos a preços que variam entre R$ 5 e 10 era o anúncio de que algo de grave poderia acontecer se o Coritiba fosse rebaixado.
A atitude nada mais foi do que uma tentativa populista, digna dos políticos mais corruptos do Brasil, em de forma quase que assistencialista “comprar” o silêncio dos torcedores, para esquecer da má administração do presidente Jairo Cirino. Com isso, principalmente os bandidos se aproveitaram do valor do ingresso, e se juntaram aos torcedores de bem, para conseguir assim entrar no estádio para poder badernar.
Nos minutos iniciais da partida, tudo era ótimo: o clima de festa da torcida, e em campo o coxa indo para cima, mas com o passar do tempo, tudo inverteu, e nos minutos finais já era possível ver que alguns torcedores já esperavam o apito para invadirem o gramado.
E assim foi feito. Cadeiras, bancos de reservas, grades de separação de setores, equipamentos roubados de jornalistas, extintores, tudo que se encontrava pela frente para atacar principalmente os policiais. Tudo sob os olhares dos verdadeiros torcedores do Coritiba e também de cidadãos, pois a revolta com o fato em si foi grande e maior ainda por saber, que nada vai acontecer com estes vagabundos, e ano que vem, novamente os verdadeiros torcedores estarão expostos as facções criminosas, que são as torcidas organizadas, tanto dentro como fora de campo, nos tubos de ligeirinho, nos terminais, etc.
O saldo da briga, que durou dentro do campo cerca de uma hora foi de dezessete pessoas hospitalizadas, cerca de dez delas são marginais que invadiram o campo. Outros três são policiais e demais torcedores vítimas dos baderneiros. De acordo com os meios de comunicação, dois torcedores ainda se encontram internados, sendo um em estado grave.
O policial Luiz Ricardo Gomide, de 38 anos, que foi após ser atingido pelos torcedores desmaiou no gramado, e mesmo assim continuo a ser agredido pelos marginais, chegou a ser anunciado pelas rádios como vitima fatal, felizmente, sofreu apenas fratura no nariz e está fora de perigo. Ele precisou ser levado pelo helicóptero da Polícia Rodoviária, que pousou no meio do gramado.
A briga aconteceu dentro do campo e nos primeiros andares do setor da torcida organizada “Império Alviverde”, entre tiros de borracha dados pela PM e objetos jogados pelos vândalos, os torcedores de verdade e suas famílias corriam para o 3º andar, onde não havia confusão.
O tumulto só foi normalizado dentro do estádio três horas depois do término da partida, e com muitos torcedores nas arquibancadas esperando o momento em que poderiam finalmente ir para casa sem “deparar” com os criminosos.
Nas ruas de Curitiba, as ações criminosas continuaram pelos quatro cantos da cidade até de madrugada. Segundo a URBS, 34 ônibus foram quebrados, fora o vandalismo nas estações tubo e nos terminais, principalmente no Cabral, próximo do Couto Pereira.
Álbum I de fotos
Fotos: Osmar Rebolo Junior
E os bandidos?
Durante a baderna foi difícil prender os bandidos, mas alguns destes se machucaram e precisaram de atendimento médico. Após serem atendidos, foram levados para a delegacia responsável pelas ocorrências do jogo. Um deles, ao ser preso ainda na ambulância, tentou convencer um policial que apenas tinha entrado no campo para buscar seu celular, que teria caído no campo quando este tentava fugir da briga. Claro que não convenceu o PM, e o marginal foi imediatamente preso.
Quase duas dezenas de torcedores foram presos, mas aí fica uma pergunta. O que acontece com os marginais, quando ficar provado suas participações na baderna? Segundo o secretário de Segurança do Paraná, Fernando Delazarri, a Justiça vai inclusive indiciar os envolvidos como tentativa de homicídio, algo realmente “pesado” para marginais tão acostumados a terem a branda Lei ao seu lado.
Sobre isso, um torcedor indignado nas arquibancadas falou. “Vândalos destruíram tudo, e se por acaso um pai tentasse fugir com seus filhos da baderna e para se livrar do marginal acabasse empurrando-o no fosso, causando a sua morte, ou se algum PM no momento em que o policial desmaiado continuava a ser agredido, para salvar a vida do colega atirasse matando o bandido, o que ia acontecer? Com certeza, todos os marginais passariam a ser coitadinhos e defendidos por um monte de gente, enquanto eu e o PM seriamos condenado a nos de cadeia por defender outras pessoas”, falou
A “torcida” das pessoas que gostam de futebol é que a guerra de ontem sirva para que seja mudada a forma como torcedores emocionalmente alterados em um jogo, e que não podem ser chamados de bandidos. Tomará que os envolvidos fiquem durante muitos anos atrás das grades.
Coritiba: O grande prejudicado!
O Coritiba foi o maior prejudicado, e por quem deveria “protege-lo”. Primeiro a vergonhosa diretoria, seguido por jogadores sem compromisso com o clube - inclusive ainda circulam boatos que o elenco teria perdido para o Santos por 4x0, a duas rodadas propositalmente para que os salários fossem pagos em dia, que mesmo valendo o direito de cidadão, um mês atrasado não faz falta para quem recebe R$ 30, 40, 50mil por mês. E por fim, a razão de viver do time, que á sua torcida. “Promoções” de ingressos como esta, feitas sem estudo prévio, distribuição de entradas para torcida organizada, apoio financeiro para material e viagens das torcidas organizadas são vícios que há muito tempo deveria ser abandonado pelo clube, como fez o Atlético, que viu dentro da Baixada, um público que preserva o patrimônio e quanto aos tumultos, realmente não acabaram, mas diminuíram bastante.
Para o Coritiba, o ano de 2010 será difícil, pois pode perder até 40% de verbas de televisão por estar em uma divisão inferior, a queda de valores patrocinais também irão cair. Além disso, é sabido que o clube tem uma grande divida com o Banco BMG, e agora vai ter que pagar – a punição do STJD deve sair nos próximos – R$ 200 mil pelos tumultos e gastar em torno de R$ 1mi para reformar a destruição de ontem no Couto Pereira. Além disso, ainda o clube poderá perder o mando de campo por dois meses, o que pode englobar o estadual, e ainda dez jogos na Série B do ano que vem, ou seja, em 2010, o Coritiba poderá jogar no Couto Pereira somente nas últimas partidas do Estadual e somente no segundo turno da Série B.
Álbum II
Por: Osmar Rebolo Junior
Curitiba, estádio Couto Pereira, dia 06 de dezembro de 2009, última rodada do Campeonato Brasileiro. A capital paranaense, uma das melhores cidades do Brasil, foi comparada ontem a guerra civil que ocorre no Rio de Janeiro, mas no lugar de morros, a violência explicita aconteceu dentro de um único local (mas depois acabou se espalhando pelas ruas da cidade), que sempre foi palco para diversão familiar e muitas histórias emocionantes da paixão brasileira, o futebol.
Mas após a derrocada do Coritiba para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro em 2010, algumas centenas de bandidos infiltrados entre os torcedores de verdade, mostraram ser torcida de 5ª categoria, ou futebolisticamente falando, de 4ª divisão. Eles marginais destruíram bastante o estádio Couto Pereira, agrediram policiais, jogadores, jornalistas e qualquer pessoa que aparecesse na frente. Nas ruas, ônibus, terminais, carros, muitos foram os prejuízos causados por estes vagabundos.
Tragédia anunciada
Durante a semana que antecedia a partida, a decisão da incompetente diretoria coxa branca de vender ingressos a preços que variam entre R$ 5 e 10 era o anúncio de que algo de grave poderia acontecer se o Coritiba fosse rebaixado.
A atitude nada mais foi do que uma tentativa populista, digna dos políticos mais corruptos do Brasil, em de forma quase que assistencialista “comprar” o silêncio dos torcedores, para esquecer da má administração do presidente Jairo Cirino. Com isso, principalmente os bandidos se aproveitaram do valor do ingresso, e se juntaram aos torcedores de bem, para conseguir assim entrar no estádio para poder badernar.
Nos minutos iniciais da partida, tudo era ótimo: o clima de festa da torcida, e em campo o coxa indo para cima, mas com o passar do tempo, tudo inverteu, e nos minutos finais já era possível ver que alguns torcedores já esperavam o apito para invadirem o gramado.
E assim foi feito. Cadeiras, bancos de reservas, grades de separação de setores, equipamentos roubados de jornalistas, extintores, tudo que se encontrava pela frente para atacar principalmente os policiais. Tudo sob os olhares dos verdadeiros torcedores do Coritiba e também de cidadãos, pois a revolta com o fato em si foi grande e maior ainda por saber, que nada vai acontecer com estes vagabundos, e ano que vem, novamente os verdadeiros torcedores estarão expostos as facções criminosas, que são as torcidas organizadas, tanto dentro como fora de campo, nos tubos de ligeirinho, nos terminais, etc.
O saldo da briga, que durou dentro do campo cerca de uma hora foi de dezessete pessoas hospitalizadas, cerca de dez delas são marginais que invadiram o campo. Outros três são policiais e demais torcedores vítimas dos baderneiros. De acordo com os meios de comunicação, dois torcedores ainda se encontram internados, sendo um em estado grave.
O policial Luiz Ricardo Gomide, de 38 anos, que foi após ser atingido pelos torcedores desmaiou no gramado, e mesmo assim continuo a ser agredido pelos marginais, chegou a ser anunciado pelas rádios como vitima fatal, felizmente, sofreu apenas fratura no nariz e está fora de perigo. Ele precisou ser levado pelo helicóptero da Polícia Rodoviária, que pousou no meio do gramado.
A briga aconteceu dentro do campo e nos primeiros andares do setor da torcida organizada “Império Alviverde”, entre tiros de borracha dados pela PM e objetos jogados pelos vândalos, os torcedores de verdade e suas famílias corriam para o 3º andar, onde não havia confusão.
O tumulto só foi normalizado dentro do estádio três horas depois do término da partida, e com muitos torcedores nas arquibancadas esperando o momento em que poderiam finalmente ir para casa sem “deparar” com os criminosos.
Nas ruas de Curitiba, as ações criminosas continuaram pelos quatro cantos da cidade até de madrugada. Segundo a URBS, 34 ônibus foram quebrados, fora o vandalismo nas estações tubo e nos terminais, principalmente no Cabral, próximo do Couto Pereira.
Álbum I de fotos
Fotos: Osmar Rebolo Junior
E os bandidos?
Durante a baderna foi difícil prender os bandidos, mas alguns destes se machucaram e precisaram de atendimento médico. Após serem atendidos, foram levados para a delegacia responsável pelas ocorrências do jogo. Um deles, ao ser preso ainda na ambulância, tentou convencer um policial que apenas tinha entrado no campo para buscar seu celular, que teria caído no campo quando este tentava fugir da briga. Claro que não convenceu o PM, e o marginal foi imediatamente preso.
Quase duas dezenas de torcedores foram presos, mas aí fica uma pergunta. O que acontece com os marginais, quando ficar provado suas participações na baderna? Segundo o secretário de Segurança do Paraná, Fernando Delazarri, a Justiça vai inclusive indiciar os envolvidos como tentativa de homicídio, algo realmente “pesado” para marginais tão acostumados a terem a branda Lei ao seu lado.
Sobre isso, um torcedor indignado nas arquibancadas falou. “Vândalos destruíram tudo, e se por acaso um pai tentasse fugir com seus filhos da baderna e para se livrar do marginal acabasse empurrando-o no fosso, causando a sua morte, ou se algum PM no momento em que o policial desmaiado continuava a ser agredido, para salvar a vida do colega atirasse matando o bandido, o que ia acontecer? Com certeza, todos os marginais passariam a ser coitadinhos e defendidos por um monte de gente, enquanto eu e o PM seriamos condenado a nos de cadeia por defender outras pessoas”, falou
A “torcida” das pessoas que gostam de futebol é que a guerra de ontem sirva para que seja mudada a forma como torcedores emocionalmente alterados em um jogo, e que não podem ser chamados de bandidos. Tomará que os envolvidos fiquem durante muitos anos atrás das grades.
Coritiba: O grande prejudicado!
O Coritiba foi o maior prejudicado, e por quem deveria “protege-lo”. Primeiro a vergonhosa diretoria, seguido por jogadores sem compromisso com o clube - inclusive ainda circulam boatos que o elenco teria perdido para o Santos por 4x0, a duas rodadas propositalmente para que os salários fossem pagos em dia, que mesmo valendo o direito de cidadão, um mês atrasado não faz falta para quem recebe R$ 30, 40, 50mil por mês. E por fim, a razão de viver do time, que á sua torcida. “Promoções” de ingressos como esta, feitas sem estudo prévio, distribuição de entradas para torcida organizada, apoio financeiro para material e viagens das torcidas organizadas são vícios que há muito tempo deveria ser abandonado pelo clube, como fez o Atlético, que viu dentro da Baixada, um público que preserva o patrimônio e quanto aos tumultos, realmente não acabaram, mas diminuíram bastante.
Para o Coritiba, o ano de 2010 será difícil, pois pode perder até 40% de verbas de televisão por estar em uma divisão inferior, a queda de valores patrocinais também irão cair. Além disso, é sabido que o clube tem uma grande divida com o Banco BMG, e agora vai ter que pagar – a punição do STJD deve sair nos próximos – R$ 200 mil pelos tumultos e gastar em torno de R$ 1mi para reformar a destruição de ontem no Couto Pereira. Além disso, ainda o clube poderá perder o mando de campo por dois meses, o que pode englobar o estadual, e ainda dez jogos na Série B do ano que vem, ou seja, em 2010, o Coritiba poderá jogar no Couto Pereira somente nas últimas partidas do Estadual e somente no segundo turno da Série B.
Álbum II
Atlético se despede com um 0x0 sonolento
Furacão ficou sem a vaga a para a Copa Sul Americana
Por: Osmar Rebolo Junior
O Atlético foi até a distante Presidente Prudente, no interior de São Paulo, enfrentar o Grêmio Barueri, na despedida Rubro-Negra do Campeonato Brasileiro, e ficou no 0x0. Com o resultado o Furacão terminou a competição com 48 pontos, na 14ª colocação e sem conquistar a vaga para a Copa Sul Americana, em 2010.
Agora, o time volta as atenções para a disputa do Campeonato Paranaense, que começa em janeiro de 2010, onde tentará o bicampeonato, e no segundo semestre a esperança é que o clube volta a ter um time competitivo no campeonato nacional.
Placar de 0x0 em jogo sem nenhuma graça
Como já era esperado, o jogo de ontem em Presidente Prudente foi muito “xoxo”, já que o público foi pequeno – 1.741 torcedores em um estádio que comporta 60 mil pessoas, e ainda por cima dois times que não são da região e ainda o calor de mais de 30 graus e as equipes utilizando muitos reservas. Por isso, já era esperada uma partida fraca tecnicamente.
Para o Atlético, duas notícias foram boas ontem, pois a torcida organizada “Os Fanáticos” levou três ônibus de torcedores, que nas arquibancadas deram a sensação que o jogo era em Curitiba, e a outra que foi o bom desempenho de vários jogadores criados nas categorias de base do Furacão, como foram os casos de Bruno Costa, Renan, Manoel, Alex Sandro e Patrick.
Quanto ao jogo, a sonolência de ambas equipes trouxe poucas emoções para os presentes no estádio, tanto que o primeiro ataque aconteceu apenas aos 25 minutos, quando os donos da casa ameaçaram em um chute Thiago Humberto, que Gallato defendeu, e no rebote o mesmo atacante jogou a bola para fora.
O calor foi tanto, que aos 31 minutos, o árbitro teve que paralisar a partida para que os jogadores bebessem água.
Já na etapa final, aos 10 minutos, Flavinho acertou a trave de Galatto, enquanto o Atlético começou a atacar mesmo no final da partida, com dois chutes de Patrick, que passaram perto do gol.
No final, 0x0 fraco que marcou a despedida do sofrível time do Atlético. A temporada do Rubro-Negro só não foi totalmente ruim, porque o time levantou a taça do Campeonato Paranaense e fez boa campanha na Copa do Brasil, e individualmente contou com o “maestro” em campo, que foi Paulo Baier, e revelou o zagueiro Manoel, que em pouco tempo virou titular absoluto da zaga atleticana. Os laterais Nei e Márcio Azevedo e os volantes Valência e Rafael Miranda também tiveram bastante destaque na temporada.
FICHA TÉCNICA
Grêmio Barueri 0x0 Atlético
Local: Estádio Eduardo José Farah, em Presidente Prudente
Trio de arbitragem (de Minas Gerais): Ricardo Marques Ribeiro (FIFA/MG), auxiliado por Helberth Costa Andrade (MG) e Jair Albano Félix (MG).
Renda: R$ 13.465,00 para 1.741 pagantes
Cartões amarelos: Bruno Costa, Fransérgio (Atlético-PR); Cléverson, Leandro Castan (Barueri)
Grêmio Barueri - Renê; Daniel Marques, Leandro Castán, Xandão, Éder, Márcio Hahn (Cléverson), Paulão, Thiago Humberto (William) e Márcio Careca; Val Baiano, Flavinho (Henrique). Técnico: Luiz Carlos Goiano.
Atlético - Galatto; Manoel, Rhodolfo, Bruno Costa (Renan); Wesley, Fransérgio, Alex Sandro, Netinho (Patrick) e Márcio Azevedo; Marcelo (Wallyson); Marcinho. Técnico: Antônio Lopes.
Classificação (site do UOL)

Foto: Site oficial do Grêmio Barueri
Atlético se despediu de 2009 com um fraco 0x0
Por: Osmar Rebolo Junior
O Atlético foi até a distante Presidente Prudente, no interior de São Paulo, enfrentar o Grêmio Barueri, na despedida Rubro-Negra do Campeonato Brasileiro, e ficou no 0x0. Com o resultado o Furacão terminou a competição com 48 pontos, na 14ª colocação e sem conquistar a vaga para a Copa Sul Americana, em 2010.
Agora, o time volta as atenções para a disputa do Campeonato Paranaense, que começa em janeiro de 2010, onde tentará o bicampeonato, e no segundo semestre a esperança é que o clube volta a ter um time competitivo no campeonato nacional.
Placar de 0x0 em jogo sem nenhuma graça
Como já era esperado, o jogo de ontem em Presidente Prudente foi muito “xoxo”, já que o público foi pequeno – 1.741 torcedores em um estádio que comporta 60 mil pessoas, e ainda por cima dois times que não são da região e ainda o calor de mais de 30 graus e as equipes utilizando muitos reservas. Por isso, já era esperada uma partida fraca tecnicamente.
Para o Atlético, duas notícias foram boas ontem, pois a torcida organizada “Os Fanáticos” levou três ônibus de torcedores, que nas arquibancadas deram a sensação que o jogo era em Curitiba, e a outra que foi o bom desempenho de vários jogadores criados nas categorias de base do Furacão, como foram os casos de Bruno Costa, Renan, Manoel, Alex Sandro e Patrick.
Quanto ao jogo, a sonolência de ambas equipes trouxe poucas emoções para os presentes no estádio, tanto que o primeiro ataque aconteceu apenas aos 25 minutos, quando os donos da casa ameaçaram em um chute Thiago Humberto, que Gallato defendeu, e no rebote o mesmo atacante jogou a bola para fora.
O calor foi tanto, que aos 31 minutos, o árbitro teve que paralisar a partida para que os jogadores bebessem água.
Já na etapa final, aos 10 minutos, Flavinho acertou a trave de Galatto, enquanto o Atlético começou a atacar mesmo no final da partida, com dois chutes de Patrick, que passaram perto do gol.
No final, 0x0 fraco que marcou a despedida do sofrível time do Atlético. A temporada do Rubro-Negro só não foi totalmente ruim, porque o time levantou a taça do Campeonato Paranaense e fez boa campanha na Copa do Brasil, e individualmente contou com o “maestro” em campo, que foi Paulo Baier, e revelou o zagueiro Manoel, que em pouco tempo virou titular absoluto da zaga atleticana. Os laterais Nei e Márcio Azevedo e os volantes Valência e Rafael Miranda também tiveram bastante destaque na temporada.
FICHA TÉCNICA
Grêmio Barueri 0x0 Atlético
Local: Estádio Eduardo José Farah, em Presidente Prudente
Trio de arbitragem (de Minas Gerais): Ricardo Marques Ribeiro (FIFA/MG), auxiliado por Helberth Costa Andrade (MG) e Jair Albano Félix (MG).
Renda: R$ 13.465,00 para 1.741 pagantes
Cartões amarelos: Bruno Costa, Fransérgio (Atlético-PR); Cléverson, Leandro Castan (Barueri)
Grêmio Barueri - Renê; Daniel Marques, Leandro Castán, Xandão, Éder, Márcio Hahn (Cléverson), Paulão, Thiago Humberto (William) e Márcio Careca; Val Baiano, Flavinho (Henrique). Técnico: Luiz Carlos Goiano.
Atlético - Galatto; Manoel, Rhodolfo, Bruno Costa (Renan); Wesley, Fransérgio, Alex Sandro, Netinho (Patrick) e Márcio Azevedo; Marcelo (Wallyson); Marcinho. Técnico: Antônio Lopes.
Classificação (site do UOL)

Foto: Site oficial do Grêmio Barueri
Atlético se despediu de 2009 com um fraco 0x0
Coxa é rebaixado e torcida destrói o Couto Pereira
Após empatar em 1x1 com o Fluminense, bandidos uniformizados quebram o próprio estádio
Por: Osmar Rebolo Junior
De nada adiantou a festa que a torcida coxa fez antes da entrada do Coritiba em campo, com o bonito show de fogos, Green Hell, pois o time apenas empatou com o Fluminense em 1x1, e foi rebaixado para o Campeonato Brasileiro da Série B em 2010, e depois da partida bandidos infiltrados na torcida promoveram a cena mais vergonhosa que o estado do Paraná já viu, ao quebrarem o estádio Couto Pereira
Partida em alta tensão
A “decisão” entre Coritiba e Fluminense começou com dez minutos de atraso, por causa da equipe carioca que não entrou no horário certo, coisa costumeira entre os falidos times cariocas, sempre com a complacência do STJD nada faz para coibir isso, e mesmo estando na Lei, que o clube infrator tem que pagar R$ 1mil por minutos, o STJD provavelmente nada fará.
Com isso, enquanto o Fluminense esperava o inicio do jogo entre Botafogo x Palmeiras, que também atrasou, já que o também carioca, Botafogo, retardou a sua entrada em campo, o time do Coritiba perfilou sozinho para a execução do Hino Nacional.
Com a bola rolando, o coxa foi para cima, conseguindo com Marcelinho Paraíba uma boa jogada, na qual Ariel e Marcos Aurélio não conseguiram completar para o gol, isso com um minuto de disputa. Depois, aos 5”, Marcus Aurélio quase fez ao cobrar uma falta, na qual a bola passou perto da trave.
O Fluminense chegou aos 21”, quando Fred disputou a bola com Vanderlei e empurrou para o gol, mas Jeci salvou em cima do lance. O árbitro Leandro Vuaden mandou o lance seguir, mas depois prejudicou bastante o Coritiba no restante da partida, ao não marcar várias faltas e “amarrar” demais o jogo.
Aos 27”, o time visitante abriu o placar, após uma cobrança de falta de Marquinhos, que não deu chances para o goleiro Vanderlei. A resposta do Coritiba veio aos 35”, após Marcelinho Paraíba fazer um belo cruzamento, Pereira empatou de cabeça.
O segundo tempo começou com o coxa precisando de mais um gol para escapar do rebaixamento, já que o fraco Botafogo vencia o Palmeiras, no Rio de Janeiro, por 2x0.
O coxa comandou todas as jogadas de ataque, mas o nervosismo sempre atrapalhou os atacantes paranaenses, que erravam na nora da conclusão. E assim foi até o final da partida, quando Marcelinho tentou duas vezes seguidas marcar gol olímpico em escanteios.
No final, o 1x1 rebaixou o Coritiba, salvou o Fluminense, como a CBF queria, e deu inicio a uma barbárie jamais vista em Curitiba (confira na outra matéria).
FICHA TÉCNICA
Estádio Couto Pereira, em Curitiba
Campeonato Brasileiro, 38ª rodada
Arbitragem (totalmente tendenciosa em favor do Fluminense): Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS), Márcio Eustáquio Santiago (Fifa-MG) e Paulo Ricardo Silva Conceição (RS)
Público: 35 mil torcedores
Gols: Marquinho, aos 27 minutos; e Pereira, aos 35 minutos, ambos no 1º tempo
Cartões amarelos: Leandro Donizete, Jaílton e Marcelinho Paraíba (Coritiba). Dalton, Rafael, Marquinho, Equi González e Darío Conca (Fluminense).
Coritiba - Vanderlei; Rodrigo Heffner (Márcio Grabriel), Jéci, Pereira e Renatinho; Jaílton, Leandro Donizete, Pedro Ken (Carlinhos Paraíba) e Marcelinho Paraíba; Marcos Aurélio e Ariel (Rômulo). Técnico: Ney Franco
Fluminense - Rafael; Gum, Dalton e Cássio; Mariano, Diogo, Maurício, Darío Conca e Marquinho (Dieguinho); Alan (Adeílson, depois Equi González) e Fred. Técnico: Cuca
Fotos: Osmar Rebolo Junior
Por: Osmar Rebolo Junior
De nada adiantou a festa que a torcida coxa fez antes da entrada do Coritiba em campo, com o bonito show de fogos, Green Hell, pois o time apenas empatou com o Fluminense em 1x1, e foi rebaixado para o Campeonato Brasileiro da Série B em 2010, e depois da partida bandidos infiltrados na torcida promoveram a cena mais vergonhosa que o estado do Paraná já viu, ao quebrarem o estádio Couto Pereira
Partida em alta tensão
A “decisão” entre Coritiba e Fluminense começou com dez minutos de atraso, por causa da equipe carioca que não entrou no horário certo, coisa costumeira entre os falidos times cariocas, sempre com a complacência do STJD nada faz para coibir isso, e mesmo estando na Lei, que o clube infrator tem que pagar R$ 1mil por minutos, o STJD provavelmente nada fará.
Com isso, enquanto o Fluminense esperava o inicio do jogo entre Botafogo x Palmeiras, que também atrasou, já que o também carioca, Botafogo, retardou a sua entrada em campo, o time do Coritiba perfilou sozinho para a execução do Hino Nacional.
Com a bola rolando, o coxa foi para cima, conseguindo com Marcelinho Paraíba uma boa jogada, na qual Ariel e Marcos Aurélio não conseguiram completar para o gol, isso com um minuto de disputa. Depois, aos 5”, Marcus Aurélio quase fez ao cobrar uma falta, na qual a bola passou perto da trave.
O Fluminense chegou aos 21”, quando Fred disputou a bola com Vanderlei e empurrou para o gol, mas Jeci salvou em cima do lance. O árbitro Leandro Vuaden mandou o lance seguir, mas depois prejudicou bastante o Coritiba no restante da partida, ao não marcar várias faltas e “amarrar” demais o jogo.
Aos 27”, o time visitante abriu o placar, após uma cobrança de falta de Marquinhos, que não deu chances para o goleiro Vanderlei. A resposta do Coritiba veio aos 35”, após Marcelinho Paraíba fazer um belo cruzamento, Pereira empatou de cabeça.
O segundo tempo começou com o coxa precisando de mais um gol para escapar do rebaixamento, já que o fraco Botafogo vencia o Palmeiras, no Rio de Janeiro, por 2x0.
O coxa comandou todas as jogadas de ataque, mas o nervosismo sempre atrapalhou os atacantes paranaenses, que erravam na nora da conclusão. E assim foi até o final da partida, quando Marcelinho tentou duas vezes seguidas marcar gol olímpico em escanteios.
No final, o 1x1 rebaixou o Coritiba, salvou o Fluminense, como a CBF queria, e deu inicio a uma barbárie jamais vista em Curitiba (confira na outra matéria).
FICHA TÉCNICA
Estádio Couto Pereira, em Curitiba
Campeonato Brasileiro, 38ª rodada
Arbitragem (totalmente tendenciosa em favor do Fluminense): Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS), Márcio Eustáquio Santiago (Fifa-MG) e Paulo Ricardo Silva Conceição (RS)
Público: 35 mil torcedores
Gols: Marquinho, aos 27 minutos; e Pereira, aos 35 minutos, ambos no 1º tempo
Cartões amarelos: Leandro Donizete, Jaílton e Marcelinho Paraíba (Coritiba). Dalton, Rafael, Marquinho, Equi González e Darío Conca (Fluminense).
Coritiba - Vanderlei; Rodrigo Heffner (Márcio Grabriel), Jéci, Pereira e Renatinho; Jaílton, Leandro Donizete, Pedro Ken (Carlinhos Paraíba) e Marcelinho Paraíba; Marcos Aurélio e Ariel (Rômulo). Técnico: Ney Franco
Fluminense - Rafael; Gum, Dalton e Cássio; Mariano, Diogo, Maurício, Darío Conca e Marquinho (Dieguinho); Alan (Adeílson, depois Equi González) e Fred. Técnico: Cuca
Fotos: Osmar Rebolo Junior
6 de dez. de 2009
Na Vila São Pedro, Urano e Trieste fazem o segundo duelo, que pode ser o último
Time da casa precisa vencer para levar a decisão para a partida extra
Por: Osmar Rebolo Junior
No sábado pode sair o grande campeão do Campeonato Amador de Curitiba da Série A, se o Trieste no mínimo empatar o jogo contra o Urano, situação conquistada após a vitória de 2x1 em Santa Felicidade, no sábado. Para o Azulão da Vila São Pedro, somente a vitória interessa para levar a decisão para a partida extra, também no estádio Manecão, no outro final de semana.
Grito de campeão sairá na Vila São Pedro?
Um dos campeonatos mais equilibrados dos últimos anos da Série A de Curitiba terá o seu desfecho final no sábado no estádio Manoel Garcia, o Manecão, na Vila São Pedro. O Urano contará com o apoio total de sua torcida, que vai lotar o estádio, que comporta em torno de três mil torcedores, transformo-o em um verdadeiro alçapão.
O Azulão vai com tudo buscando a vitória por qualquer placar para levar o jogo para uma terceira partida, também na Vila São Pedro, enquanto que para o Trieste, vai lutar pelo no mínimo um empate, que garante ao clube o título da competição. Entretanto, se o jogo realmente for para a disputa extra, não haverá nenhuma vantagem para alguns dos times, já que o empate fará com que o campeão seja conhecido então após a prorrogação e se precisar ainda, das disputas de pênaltis.
Campanha dos times
Trieste
1ª fase
04/07 – Trieste 5x0 Uberlândia
18/07 – Santa Quitéria 2x1 Trieste
24/07 – Trieste 3x0 Olympique
01/08 – Capão Raso 2x3 Trieste
08/08 – Trieste 3x0 Nova Orleans
15/08 – Trieste 4x0 Iguaçu
22/08 – Urano 2x1 Trieste
29/08 – Combate Barreirinha 1x4 Trieste
03/09 – Trieste 2x0 Vila Fanny
12/09 – Trieste 4x1 Olaria
19/09 – Vila Hauer 2x5 Trieste
2° fase
26/09 – Trieste 2x1 Uberlândia
03/10 – Vila Fanny 1x3 Trieste
10/10 – Iguaçu 1x2 Trieste
17/10 – Uberlândia 2x1 Trieste
24/10 – Trieste 2x0 Vila Fanny
31/10 – Trieste 3x3 Iguaçu
Semifinal
07/11 - Vila Hauer 2x2 Trieste
22/11 - Trieste 4x3 Vila Hauer
Final
06/12 – Trieste 2x1 Urano
Urano
1ª fase
04/07 – Urano 2x1 Santa Quitéria
18/07 – Olimpique 0x3 Urano
24/07 – Urano 1x0 Capão Raso
01/08 – Urano 7x1 Uberlândia
08/08 - Combate Barreirinha 0x3 Urano
15/08 - Nova Orleans 0x1 Urano
22/08 – Urano 2x1 Trieste
29/08 – Vila Hauer 0x1 Urano
03/09 – Olaria 1x3 Urano
12/09 – Iguaçu 1x1 Urano
19/09 – Urano 0x1 Vila Fanny
2ª fase
26/09 – Urano 4x0 Nova Orleans
03/10 – Santa Quitéria 1x2 Urano
10/10 – Vila Hauer 0x0 Urano
17/10 – Nova Orleans 1x1 Urano
24/10 – Urano 1x0 Santa Quitéria
31/10 – Urano 2x1 Vila Hauer
Semifinal
07/11 - Uberlândia 0x1 Urano
22/11 – Urano 1x0 Uberlândia
Final
06/12 – Trieste 2x1 Urano
Artilheiros dos times
Trieste
21 gols: Ioiô
09 gols: Marcelinho
06 gols: Hideo e Geraldinho
04 gols: Douglas e Guilherme
03 gols: Alisson, Rubão e Julianinho
02 gols: Alex Pinhais
01 gol: Moisés, Franco e Marcinho
Urano
10 gols: Salário
07 gols: Laurinho
05 gols: Geraldinho
04 gols: Dirceu
03 gols: Reginaldo Vital, Gleisson, Joãozinho e Pequi
02 gols: Jhon, Eliezer
01 gol: Luciano e Róbson
Fotos: Osmar Rebolo Junior
Por: Osmar Rebolo Junior
No sábado pode sair o grande campeão do Campeonato Amador de Curitiba da Série A, se o Trieste no mínimo empatar o jogo contra o Urano, situação conquistada após a vitória de 2x1 em Santa Felicidade, no sábado. Para o Azulão da Vila São Pedro, somente a vitória interessa para levar a decisão para a partida extra, também no estádio Manecão, no outro final de semana.
Grito de campeão sairá na Vila São Pedro?
Um dos campeonatos mais equilibrados dos últimos anos da Série A de Curitiba terá o seu desfecho final no sábado no estádio Manoel Garcia, o Manecão, na Vila São Pedro. O Urano contará com o apoio total de sua torcida, que vai lotar o estádio, que comporta em torno de três mil torcedores, transformo-o em um verdadeiro alçapão.
O Azulão vai com tudo buscando a vitória por qualquer placar para levar o jogo para uma terceira partida, também na Vila São Pedro, enquanto que para o Trieste, vai lutar pelo no mínimo um empate, que garante ao clube o título da competição. Entretanto, se o jogo realmente for para a disputa extra, não haverá nenhuma vantagem para alguns dos times, já que o empate fará com que o campeão seja conhecido então após a prorrogação e se precisar ainda, das disputas de pênaltis.
Campanha dos times
Trieste
1ª fase
04/07 – Trieste 5x0 Uberlândia
18/07 – Santa Quitéria 2x1 Trieste
24/07 – Trieste 3x0 Olympique
01/08 – Capão Raso 2x3 Trieste
08/08 – Trieste 3x0 Nova Orleans
15/08 – Trieste 4x0 Iguaçu
22/08 – Urano 2x1 Trieste
29/08 – Combate Barreirinha 1x4 Trieste
03/09 – Trieste 2x0 Vila Fanny
12/09 – Trieste 4x1 Olaria
19/09 – Vila Hauer 2x5 Trieste
2° fase
26/09 – Trieste 2x1 Uberlândia
03/10 – Vila Fanny 1x3 Trieste
10/10 – Iguaçu 1x2 Trieste
17/10 – Uberlândia 2x1 Trieste
24/10 – Trieste 2x0 Vila Fanny
31/10 – Trieste 3x3 Iguaçu
Semifinal
07/11 - Vila Hauer 2x2 Trieste
22/11 - Trieste 4x3 Vila Hauer
Final
06/12 – Trieste 2x1 Urano
Urano
1ª fase
04/07 – Urano 2x1 Santa Quitéria
18/07 – Olimpique 0x3 Urano
24/07 – Urano 1x0 Capão Raso
01/08 – Urano 7x1 Uberlândia
08/08 - Combate Barreirinha 0x3 Urano
15/08 - Nova Orleans 0x1 Urano
22/08 – Urano 2x1 Trieste
29/08 – Vila Hauer 0x1 Urano
03/09 – Olaria 1x3 Urano
12/09 – Iguaçu 1x1 Urano
19/09 – Urano 0x1 Vila Fanny
2ª fase
26/09 – Urano 4x0 Nova Orleans
03/10 – Santa Quitéria 1x2 Urano
10/10 – Vila Hauer 0x0 Urano
17/10 – Nova Orleans 1x1 Urano
24/10 – Urano 1x0 Santa Quitéria
31/10 – Urano 2x1 Vila Hauer
Semifinal
07/11 - Uberlândia 0x1 Urano
22/11 – Urano 1x0 Uberlândia
Final
06/12 – Trieste 2x1 Urano
Artilheiros dos times
Trieste
21 gols: Ioiô
09 gols: Marcelinho
06 gols: Hideo e Geraldinho
04 gols: Douglas e Guilherme
03 gols: Alisson, Rubão e Julianinho
02 gols: Alex Pinhais
01 gol: Moisés, Franco e Marcinho
Urano
10 gols: Salário
07 gols: Laurinho
05 gols: Geraldinho
04 gols: Dirceu
03 gols: Reginaldo Vital, Gleisson, Joãozinho e Pequi
02 gols: Jhon, Eliezer
01 gol: Luciano e Róbson
Fotos: Osmar Rebolo Junior
Assinar:
Postagens (Atom)